Por Rafaela Andrade

Não se engane, estamos presenciando uma acelerada mudança de hábitos, de nossos comportamentos e da forma que consumimos.  A pergunta é: como será o futuro da sua marca? O que já era uma tendência, com a pandemia acelerou exponencialmente. Para sobreviver pós-pandemia não tem jeito, é preciso investir em presença digital.

Se você ainda não começou essa jornada, não perca tempo!  Um bom diagnóstico e  planejamento vai te ajudar a  encontrar as melhores soluções digitais para o seu negócio. Afinal, as pessoas, apesar de mais cuidadosas, estão consumindo cada vez mais on-line e no Black Friday não será diferente.

E não sou eu quem está dizendo, são os consumidores! As atuais buscas no Google são “provas irrefutáveis” de atividades do dia-a-dia, antes presenciais, agora on-line:  aniversário na Internet, terapia online, missa pela internet, museus virtuais, denúncia digital, exercício em casa, homeschooling e lives no you tube.

Sim, algumas atividades voltarão ao presencial, certamente. Mas com o tempo alguns hábitos estarão enraizados, como comprar pela web: é fácil, é rápido e cada vez mais seguro. Portanto, a melhor coisa a fazer é aproveitar a tecnologia como a sua principal aliada das vendas neste momento.

Ainda não está convencido?! Listamos para você 6 principais mudanças do consumidor que vão impactar definitivamente os hábitos de consumo:

Vender pela Internet se tornou uma urgência
O “consumidor digital” quer conveniência na forma de entrega, tempo reduzido e melhores preços.  Muitas pessoas que não compravam pela Web, agora estão se adaptando.

Consumidores produzindo
Mais gente em casa, se sentindo mais seguras, impulsionou o conceito Do it yourself (faça você mesmo, em tradução do inglês). Junto o prazer de produzir ou customizar os próprios produtos para benefícios financeiros ou emocionais.

Muuuita cautela nos gastos
Todo mundo na incerteza do que vem pela frente. O resultado? Primeiro garantir os itens essenciais como a alimentação (principalmente aquele arroz…) e o remédios. Daí adia os outros gastos, escolhem marcas mais barates ou avaliam o que dá para cortar no orçamento.

Produtos locais e conscientes tem prioridade
Pessoal quer comprar nas proximidades, no bairro onde mora, saber a origem da mercadoria, procurar itens mais saudáveis, enfim comprar o que realmente gosta de marcas conscientes. Despertamos para ajudar e incentivar produtores e comércios locais, além de priorizar marcas que defendam causas.

A marca precisa resolver o problema
É preciso atender as necessidades dos consumidores e garantir uma boa experiência de compra. 55% dos consumidores valorizam marcas que ajudam de fato e 58% admiram empresas que fornecem um serviço necessário, segundo pesquisa da Intelligence Central.

Compras sem contato
Consumidor tá correndo de contato físico por isso prioriza links de pagamento, carteiras digitais, via smartphone ou outros dispositivos mobile. Compras pela Internet vão continuar aumentando, mesmo pós-pandemia.

Enfim, o covid-19, a quarentena e, agora o distanciamento social, despertou para um potencial de compra, que antes crescia devagar e agora acelerou. E se liga, a Black Friday vem aí e o ambiente online este ano será certamente o mais propício para vender e gerar novos negócios.

Rafaela Andrade  é mestre em Comunicação e diretora-executiva da Ágora Marketing Digital e Performance.