Por Raphael Oliveira

 Um total de 2,776 milhões de empresas no Brasil foram afetadas negativamente pela crise sanitária, ocasionada pela pandemia do covid-19.   Uma em cada quatro empresas do setor de serviço talvez tenha que demitir ou até encerrar atividades quando terminar o período de vigência dos programas emergenciais, de acordo com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas. E ainda, dentre elas, 55% deve fechar ou não conseguir assumir totalmente a folha de pagamento.

O cenário é preocupante, mas, pode ser revertido, com planejamento e apoio de consultores. Em relação a pandemia, há sinais de que começa a arrefecer. No Brasil, houve uma variação de -9% em relação ao número de óbitos dados registrados em 14 dias.  No Espírito Santo a queda é cada vez mais acentuada e a expectativa das autoridades sanitárias é de que o número de mortes diárias chegue a próximo de zero no próximo mês.  E, claro, a esperada vacina deve chegar em larga escala no primeiro trimestre de 2021, se tudo ocorrer conforme planejado pelos pesquisadores.

Na medida que a situação do novo Corona vírus vai se contornando, especialistas apontam para uma retomada no Estado em forma de V, quando o crescimento é quase tão veloz quanto foi a queda. Se acontecer, a economia volta ao nível de produção em alguns trimestres.

O que não podemos esquecer são as novas formas de consumo, o que muito se falou do “novo normal”.

Nestes cenários de incertezas, o que todos concordam para o mercado corporativo é que nada voltará ao “antigo normal”, pelo menos tão cedo. É momento de parar e reavaliar os sistemas de gestão de pessoas e negócios, de forma perene. Pode ser o momento do grande salto de qualidade.

Veja aqui algumas tendências:

  1. É necessário entender indicadores para mensurar exatamente como o tempo está sendo organizado;
  2. Mais dados na gestão. É preciso pensar mais nos seus processos e avaliar a performance de forma constante;
  3. Home office é uma realidade que veio para ficar e virou gestão financeira e de modelo de negócios;
  4. Cultura Organizacional elevada, todo time tem de fazer parte do processo, mesmo que muitos estejam nos trabalhos remotos;
  5. Funcionários com saúde física e emocional produzem mais e melhor, vamos fortalecer e incentivar alternativas que caminhem neste sentido;
  6. Não tem jeito, profissional daqui para frente tem de se adaptar a novas ferramentas digitais;
  7. Soft skills são chave, muita capacidade de intra-empreendedorismo e autogestão;
  8. Mundo virtual é foco nas empresas e clientes no B2B, são formas práticas de fazer negócio.

E o consultor de gestão, como ajuda nisso tudo? A principal tarefa é fazer com que a empresa apresente resultados de excelência e alta performance na área que atua, tendo em vista os novos formatos. Pode contribuir tanto para as empresas do setor privado, como no serviço público, para o desenvolvimento de serviços e reduzir custos que gere, no final das contas, muito ganho de produtividade!

Mas, e neste cenário, pós-pandemia, como você está empresário? Preparado para enfrentar?

Vamos falar mais a respeito? Então, chame-nos aqui. Podemos ajudar.